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13 de set de 2014

risco de Alzheimer: "uso prolongado de ansiolítico potencializa '

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AlzheimerUm estudo realizado na província canadense de Québec advertiu que as benzodiazepinas, uma família de remédios utilizados para tratar a ansiedade e a insônia, podem potencializar os riscos de sofrer Alzheimer.
Remédio
Os pesquisadores afirmaram que "o prolongado uso não necessário destes remédios deveria ser considerado uma preocupação de saúde pública".



As benzodiazepinas são utilizadas de forma generalizada nos países desenvolvidos para tratar ansiedade, insônia, epilepsias e outras doenças relacionadas com o sistema nervoso central.

O estudo, realizado por pesquisadores franceses e canadenses e publicado na revista médica "BMJ", está baseado no acompanhamento estatístico de 1.796 pacientes maiores de 66 anos com Alzheimer da província do Québec, cujos resultados foram comparados com 7.184 indivíduos de controle da mesma comunidade.
Segundo os resultados do estudo, "o uso de benzodiazepina está associado com um aumento do risco de Alzheimer".
"A forte associação observada em casos de prolongada exposição reforça a suspeita de uma possível associação direta, inclusive se o uso de benzodiazepina poderia também ser um indicador precoce de uma condição associada com um crescente risco de demência", acrescentaram os pesquisadores.
Os pesquisadores concluíram que o risco de desenvolver Alzheimer aumentou "entre 43% e 51% entre aqueles que tinham utilizado benzodiazepinas no passado".




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fonte:





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AFP
AlzheimerUso de certos soníferos e tranquilizantes por longos períodos pode aumentar o risco de se desenvolver o Mal de Alzheimer
A utilização de certos soníferos e tranquilizantes da família das benzodiazepinas por longos períodos pode aumentar sensivelmente o risco de se desenvolver o Mal de Alzheimer, revela um estudo franco-canadense publicado nesta quarta-feira.
Durante seis anos, os pesquisadores analisaram 1.796 casos de Alzheimer reportados em um programa canadense de assistência médica e compararam os dados com informações de 7 mil pessoas do mesmo sexo e idade, mas com boa saúde.


No estudo, publicado no site do British Medical Journal (thebmj.com), os pesquisadores concluíram que o consumo de benzodiazepinas durante mais de três meses está associado a um risco maior de sofrer de Alzheimer, que pode chegar a 51%. O risco está associado à duração do tratamento e a utilização de benzodiazepinas cujo efeito é mais prolongado.
Os autores do estudo, entre os quais pesquisadores do francês Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica (INSERM) e da Universidade de Montreal, destacaram que os resultados "reforçam a suspeita de um vínculo direto" entre o consumo de benzodiazepinas e o Mal de Alzheimer, que ainda precisa ser confirmado.
As benzodiazepinas constituem "incontestavelmente ferramentas preciosas para tratar ansiedade e insônia temporárias", mas os tratamentos devem ser de curta duração e "não superar os três meses", destacam os especialistas.
Os resultados do estudo vão na mesma direção das advertências lançadas pelas autoridades de saúde de vários países sobre a utilização de benzodiazepinas, especialmente em pessoas mais velhas, devido aos efeitos secundários de ordem cognitiva.
Segundo a agência francesa de segurança de medicamentos (ANSM), 11,5 milhões de franceses consumiram ao menos uma vez a benzodiazepina no ano de 2012, entre os quais 7 milhões por ansiedade e 4,2 milhões transtornos do sono.
Os consumidores tinham, em média, 56 anos e quase 2/3 eram mulheres. Entre o grupo feminino, um terço estava acima dos 65 anos.

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